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quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Feliz Natal - Mensagem do Tintim


 

Feliz Natal - Mensagem do Tintim

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Tintin na América

As Aventuras de Tintin - Tintin na América.
Texto e Desenhos: Hergé
Editora: ASA
ISBN: 9789892312989
Data: Abril de 2011
Páginas: 62




Edição fac-simulada da primeira edição a cores de 1945 e numerada com o nº 1488 numa edição limitada a 2000 exemplares.

Tintin parte para a América durante o período da lei seca. Em Chicago é raptado por gangsters, cujo chefe é Al Capone, que o consideram perigoso. Após escapar e ser de novo perseguido, acaba por encontrar os peles-vermelhas...

Este é o terceiro álbum na cronologia oficial do Tintin, "Tintin na América" foi a primeira aventura deste herói a ser publicada em Portugal, no ano de 1937, nas páginas da publicação O Papagaio.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Tintim No País dos Sovietes


As Aventuras de Tintim Repórter do "Petit Vingtiéme" No País dos Sovietes.
Texto e Desenhos: Hergé

Editora: Difusão Verbo
ISBN: 9725532953
Data: Setembro de 1999
Páginas: 141



Tintim no País dos Sovietes (Tintin au pays des Soviets, no original em francês) é o primeiro álbum de banda desenhada da série As Aventuras de Tintim, produzida pelo belga Hergé.
Originalmente foi lançado nas páginas do suplemento juvenil, "Le Petit Vingtième", do jornal belga Século XX.
A ideia de criar um personagem que fosse repórter teve origem numa conversa de Hergé com o seu patrão, o abade Norbert Wallez, diretor do jornal católico Século XX (Vingtième Siècle). Este era contrário ao regime comunista, e incentivou Hergé a criar a história da viagem à Rússia, na qual os comunistas aparecem como bandidos. Depois da guerra, o abade foi preso pelos ingleses por vários anos, acusado de colaborar com o regime nazi.
No livro Le monde d'Hergé, o autor Benoît Peeters refere que Hergé usou, como pesquisa para esta história, o livro Moscou sans voiles, de Joseph Douillet, cônsul russo instalado na Bélgica.
A partir dos anos 30, a história foi retirada de circulação por Hergé, e só voltou a ser publicada em 1973, transformando-se de imediato num best-seller.